Controle de EstoqueComo configurar estoque mínimo e alertas de reposição no GestãoClick
Configure estoque mínimo e alertas de reposição por e-mail no GestãoClick e receba o aviso antes de faltar produto, sem contagem manual.

Cadastro de produto no ERP é a base de dados que sustenta a venda, a compra, o controle de estoque e a emissão de nota fiscal da empresa: um campo preenchido errado ali quebra uma rotina inteira lá na frente. Não é um detalhe administrativo, é o alicerce de tudo o que vem depois.
Na prática, um NCM inexistente ou desatualizado pode rejeitar uma nota, enquanto um NCM existente, mas incorreto para o produto, pode gerar risco de inconformidade tributária; um SKU repetido confunde o controle de estoque de 2 produtos diferentes, e um campo de custo mal preenchido distorce o preço de venda sugerido. Cada erro desses custa tempo de retrabalho e, às vezes, uma venda perdida.
Se você ainda decide entre planilha e sistema, veja antes por que sair da planilha para o sistema: aqui o foco é diferente, é te mostrar como preencher certo e o que cada erro de cadastro custa na rotina.
Com a gente, você vai ver o passo a passo pra cadastrar produto certo no GestãoClick, o cadastro mínimo que cada rotina exige, os erros que mais aparecem e o que cada um custa, e como escalar o cadastro sem repetir o mesmo problema em centenas de itens.
Cadastro de produtos no ERP é o registro que armazena nome, código, preço, estoque e dados fiscais de cada item vendido ou usado pela empresa. É a partir dele que o sistema sabe o que vender, quanto cobrar, quanto tem em estoque e como emitir a nota fiscal.
Por isso, o cadastro não é uma etapa isolada: ele alimenta a venda (nome e preço), a compra (unidade e fornecedor), o estoque (saldo, mínimo e máximo) e a nota fiscal (NCM, origem e regras fiscais). Um campo em branco ou errado numa dessas frentes aparece como problema só na hora de usar, não na hora de cadastrar, o que torna o erro mais difícil de rastrear depois.
É por isso que vale tratar o cadastro como o primeiro passo da operação, não como uma formalidade a ser resolvida depois. Um cadastro bem feito no início evita que o mesmo erro se repita em toda venda, compra ou nota que envolver aquele produto dali pra frente.
No GestãoClick, o cadastro do produto reúne num só lugar o que cada rotina precisa, e você só preenche o que faz sentido pro seu negócio:
Veja o vídeo de como cadastrar produtos com a tela aberta, passo a passo.
Nem toda rotina usa o cadastro inteiro. Veja o mínimo que cada uma exige:
| Rotina | O que precisa estar preenchido |
|---|---|
| Vender | Nome, código interno e preço de venda |
| Comprar | Nome, código interno e unidade de compra |
| Controlar estoque | Controle de estoque ativo no produto e saldo lançado |
| Emitir nota fiscal | NCM, origem e regras fiscais |
Esse cruzamento é o que a maioria dos tutoriais não mostra: o mesmo cadastro pode parecer “completo” pro seu jeito de olhar e ainda faltar exatamente o campo que a rotina de compra ou de nota fiscal precisa. Se a dúvida for sobre o preço, veja como calcular o preço de venda.
SKU é o código interno que a sua empresa cria pra identificar o produto. GTIN, também chamado de EAN, é o código de barras do fabricante, com 8, 12, 13 ou 14 dígitos: se o produto não tem GTIN de fábrica, deixe o campo em branco, não invente um número. NCM é o código fiscal definido pela Receita Federal, obrigatório pra emitir nota fiscal.
Veja o que é NCM e como o código de barras entra na emissão de nota fiscal com mais detalhe.
Alguns erros de cadastro só aparecem quando a rotina já está em andamento, e aí custam mais caro pra corrigir. Veja os mais comuns:
| Erro | Sintoma | Correção |
|---|---|---|
| Código repetido | Sistema confunde saldo de 2 produtos diferentes | Cada produto com código interno único, nunca reaproveitado |
| NCM ausente ou incorreto | Nota fiscal rejeitada ou risco fiscal | Preencher com a tabela vigente |
| CEST ausente ou indevido | Rejeição da nota quando o produto tem substituição tributária | Preencher só quando aplicável, junto do NCM |
| GTIN inválido | Rejeição por formato incompatível | Usar só código real de fábrica, ou deixar em branco |
| Unidade ou conversão errada | Quantidade de compra ou venda sai trocada | Conferir no cadastro a unidade de compra e a de venda |
| Produto sem preço de venda | Produto não aparece pra venda com preço certo | Preencher o preço de venda no cadastro |
| Mínimo e máximo mal definidos | Estoque falta ou sobra | Revisar o mínimo e o máximo de cada produto |
| Variação sem SKU próprio | Impossível saber qual variação vendeu ou faltou | Cada variação com código e saldo próprios |
| Produto cadastrado como serviço, ou o contrário | Nota fiscal errada (NF-e/NFC-e x NFS-e) | Cadastrar como produto o que é mercadoria e como serviço o que é serviço |
| Excluir em vez de inativar | Perde histórico de movimentação, pedido, OS ou nota | Inativar o produto vinculado, nunca excluir |
7 desses 10 erros têm correção direta, resolvida na própria tabela. Os outros 3, ligados ao cadastro fiscal, merecem mais explicação porque a consequência deles, a nota rejeitada, é a que mais trava a operação: sem nota emitida, a venda não fecha.
NCM inexistente ou desatualizado rejeita a nota fiscal na hora da emissão. NCM incorreto, mas existente, não costuma rejeitar de imediato, só cria risco de inconformidade tributária que aparece depois, numa fiscalização.
Venha de onde vier o código, do fornecedor, do contador ou de uma consulta, confira o NCM na tabela vigente antes de emitir: o cadastro final continua sendo seu.
CEST é obrigatório quando o produto está sujeito à substituição tributária. Ausente ou incorreto nesse caso, ele pode gerar rejeição da nota, com o código de erro 806. Ele fica no cadastro do produto, junto do NCM e da origem.
GTIN inventado, ou num formato que o sistema não aceita, fora dos 8, 12, 13 ou 14 dígitos, pode gerar rejeição da nota. Se o produto não tem GTIN de fábrica, o campo certo é deixar em branco: nunca inventar um número só pra preencher.
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Uma boa prática geral de mercado, não um recurso específico do GestãoClick, é montar o nome do produto sempre na mesma ordem: categoria, item e variação, como “Camiseta Polo Azul P”. O código interno deve ser fixo e sem caracteres especiais, fácil de digitar e de ler numa etiqueta.
Nunca reutilize o SKU de um produto excluído ou inativado: mesmo fora de uso, o histórico dele continua vinculado a movimentações antigas, e reaproveitar o código cria confusão entre o produto antigo e o novo. Se o negócio cresce rápido e o volume de produtos aumenta todo mês, esse padrão inicial é o que evita que, daqui a 1 ano, ninguém mais lembre por que um código segue uma lógica e outro segue outra.
Uma distribuidora que compra caixa com 12 unidades e vende unidade precisa deixar claro no cadastro em que unidade compra e em que unidade vende, pra não confundir as quantidades. Uma loja de moda, bijuteria ou cosmético cadastra cada variação com SKU e código de barras próprios, já que cor e tamanho vendem separado.
Uma assistência técnica de celular cadastra a peça com NCM e origem certos, porque é isso que entra na nota. Uma loja de material de construção presta atenção na unidade de medida e na conversão, porque o mesmo item pode ser vendido em metro, em barra ou em pacote.
O GestãoClick importa produtos de uma planilha, então dá pra cadastrar um lote inteiro de uma vez, em vez de digitar item por item. Uma loja de roupas que vai cadastrar a coleção nova, por exemplo, monta a planilha com o padrão de nome e código e importa tudo junto. Manter o código interno padronizado na planilha facilita conferir o que entrou. Veja como importar produtos por planilha.
Na compra, o GestãoClick importa o XML da nota do fornecedor, então os itens não precisam ser digitados de novo. Por isso vale manter nome e código do produto padronizados: fica mais fácil conferir se cada item da nota é o produto certo do seu cadastro. Veja como importar XML de nota de compra.
Uma nota fiscal já autorizada não muda: ela guarda os dados do momento da emissão. Corrigir o cadastro hoje vale pros próximos lançamentos, não reescreve o passado.
Por isso, quando um produto já tem movimentação, pedido, ordem de serviço ou nota fiscal, o caminho mais seguro é inativar, não excluir. Isso preserva o histórico e evita que um relatório antigo apareça com dado quebrado.
Inativar é diferente de excluir porque o produto some da lista de venda, mas continua existindo por trás, com todo o histórico intacto. Se um dia você precisar voltar a vender aquele item, é só reativar o cadastro, sem perder nada do que já aconteceu com ele.
3 práticas simples sustentam um cadastro confiável com o tempo: ter um responsável definido pelo cadastro, configurar permissões por usuário pra definir quem pode criar ou editar produto, e revisar o cadastro periodicamente, priorizando os produtos que concentram mais valor de venda via Curva ABC de produtos. Veja como cadastrar usuários e definir permissões.
Se sua empresa vende também num marketplace ou numa loja virtual integrada ao GestãoClick, vale reforçar mais um ponto: o código de cada produto precisa ser único. Um código duplicado ali pode confundir o estoque de 2 anúncios diferentes, o mesmo problema visto na tabela de erros, só que agora espalhado por mais de um canal de venda.
Cadastro certo evita erro caro porque cada campo alimenta uma rotina diferente: venda, compra, estoque e nota fiscal. Entendida essa cadeia, cadastrar direito deixa de ser burocracia e vira uma etapa que economiza retrabalho lá na frente.
Veja um exemplo completo: uma assistência técnica recebe uma peça nova de celular pra revenda. Ao cadastrar, ela segue o modelo de nome (categoria, item e variação), define um código interno único, preenche NCM e origem certos e cadastra o preço de venda. Na próxima venda dessa peça, o sistema já sabe o preço, já sabe emitir a nota sem erro e já desconta do estoque certo.
Sem esse cuidado, a mesma peça poderia ter a nota rejeitada por NCM ausente, ou aparecer com preço zerado por falta de preço cadastrado, atrasando o atendimento do cliente que já está esperando o conserto.
Antes de considerar o cadastro pronto, confira este checklist:
Pra centralizar esse cadastro com o resto da operação, o sistema de cadastro de produtos do GestãoClick reúne os dados de venda, estoque e fiscal num só lugar, e o controle de estoque do GestãoClick usa esse mesmo cadastro pra saldo, lote e grade.
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No GestãoClick, o cadastro reúne num só lugar nome, código, preço, estoque e dados fiscais. Você começa pela identificação do produto, nome e código interno, e preenche o resto conforme a rotina que aquele produto vai usar: vender, comprar, controlar estoque ou emitir nota fiscal.
É o registro central que guarda os dados de cada produto: nome, código, preço, estoque e informações fiscais. É a partir desse cadastro que o sistema sabe o que vender, quanto cobrar, quanto tem disponível e como emitir a nota fiscal de cada venda.
Uma boa prática de mercado é padronizar o nome sempre na mesma ordem, categoria, item e variação, usar um código interno fixo e sem caracteres especiais, e nunca reutilizar o código de um produto excluído ou inativado, pra não confundir histórico antigo com produto novo.
Os mais comuns são código repetido, NCM ou CEST ausente ou incorreto, GTIN inválido, unidade de conversão errada, produto sem preço de venda, mínimo e máximo mal definidos e produto excluído em vez de inativado. Cada um afeta uma rotina diferente: venda, compra, estoque ou nota fiscal.
SKU é o código interno que a sua empresa cria pra identificar o produto. GTIN, também chamado de EAN, é o código de barras do fabricante, com 8, 12, 13 ou 14 dígitos. Veja mais detalhe na seção sobre o cadastro mínimo por rotina.
O ideal é um sistema que junte cadastro, estoque e fiscal no mesmo lugar, sem depender de planilha separada pra cada rotina. O GestãoClick reúne isso: cadastro completo num só lugar, dados fiscais integrados à emissão de nota e recursos de escala, como importação por planilha e importação do XML de compra, pra crescer sem repetir erro.
Ivan é formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto e possui pós-graduação em Revisão e Preparação de Textos pela PUC Minas.
Gleiberson Bessa é COO na GestãoClick, com atuação em estratégia, eficiência operacional e customer success, voltado à otimização de processos e gestão orientada por dados em empresas em crescimento. Possui formação executiva em gestão estratégica, liderança e negócios, com foco em transformar operações em resultados e impulsionar crescimento sustentável.
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