Controle de estoque não é mais um detalhe operacional: é um dos pontos que mais fazem empresas perderem dinheiro sem perceber.
Estudos recentes mostram que o estoque deixou de ser apenas organização de produtos e passou a influenciar diretamente o lucro, a liquidez e a eficiência do negócio. Ou seja: quem erra no estoque, erra no caixa.
O problema é que muitos pequenos empresários ainda tratam o controle de estoque como burocracia. Enquanto isso, o dinheiro fica parado em produtos que não giram, faltam itens que vendem rápido e decisões importantes acontecem no escuro.
Na prática, tanto o excesso quanto a falta de estoque geram prejuízo. E esse prejuízo costuma aparecer quando já é tarde demais.
Com a Reforma Tributária, esse risco aumenta ainda mais. Dados mal registrados, produtos mal classificados e custos incorretos passam a impactar não só a gestão, mas também impostos e margem de lucro.
Por isso, entender como fazer um controle de estoque correto deixou de ser opcional. Virou uma questão de sobrevivência para quem quer manter o negócio saudável.
Neste artigo, vamos explicar tudo sobre controle de estoque, como realizá-lo de forma segura e eficiente e quais os impactos da Reforma Tributária no controle e na necessidade de organização do estoque do seu negócio.
Vem com a gente!
O que é controle de estoque?
O controle de estoque é o processo de registrar, acompanhar e analisar todos os produtos ou insumos que uma empresa mantém armazenados. Ele permite saber exatamente o que entra, o que sai, o que está disponível e quando é necessário repor.
Esse controle garante a disponibilidade de produtos para venda, evita excessos e diminui as perdas financeiras. Assim, a empresa passa a tomar decisões baseadas em dados reais, não em estimativas.
Além disso, o controle de estoque conecta compras, vendas e finanças. Ele impacta diretamente os custos, a formação de preços, o capital de giro e, com a Reforma Tributária, a apuração correta de tributos e créditos fiscais.
Por que o controle de estoque é essencial para pequenas e microempresas?
O controle de estoque é essencial porque protege o dinheiro do negócio. Ele evita compras desnecessárias, reduz perdas e ajuda o empreendedor a usar melhor cada real investido.
Além disso, o controle de estoque organiza a operação. A empresa passa a vender com mais segurança, planejar compras com mais clareza e tomar decisões baseadas em dados reais, não em achismos.
Vem com a gente entender melhor!
Impactos diretos no caixa e no capital de giro
O controle de estoque influencia diretamente o caixa da empresa. Quando o empreendedor controla bem os produtos, ele evita dinheiro parado em mercadorias sem giro.
Além disso, o controle de estoque diminui gastos inesperados. A empresa compra no momento certo e na quantidade certa, sem comprometer o capital de giro.
Por exemplo, quando o estoque mostra quais itens vendem mais, o negócio prioriza esses produtos. Assim, o dinheiro gira mais rápido e sustenta a operação.
💡Leia também: Como conseguir capital de giro para minha empresa?
Relação entre estoque, precificação e margem de lucro
O controle de estoque ajuda a formar preços corretos. Ele mostra o custo real de cada produto, desde a compra até o armazenamento.
Com esses dados, o empreendedor define preços mais justos. Ele evita vender barato demais e perder margem de lucro sem perceber.
Por consequência, o controle de estoque protege a rentabilidade. A empresa entende quanto realmente ganha em cada venda e corrige erros antes que o prejuízo apareça.
💡Saiba mais: Preço de custo e preço de venda: entenda como calcular
Controle de estoque como base da gestão financeira
O controle de estoque sustenta toda a gestão financeira do negócio. Ele conecta compras, vendas e fluxo de caixa em um único controle.
Sem esse acompanhamento, o empreendedor perde visão financeira. Ele vende, compra e paga contas sem saber onde o dinheiro realmente vai.
Já com o controle de estoque organizado, a empresa planeja melhor. O gestor toma decisões mais seguras e mantém o negócio saudável no dia a dia.
Principais erros no controle de estoque
Muitos problemas no controle de estoque aparecem por erros simples do dia a dia, como quando pequenos descuidos se acumulam e geram perdas financeiras sem que o empreendedor perceba.
Por isso, entender os erros mais comuns ajuda a evitar prejuízos. Com ajustes práticos, o controle de estoque fica mais organizado, seguro e eficiente.
Confira agora com a gente os principais e entenda como eliminá-los!
Não realizar inventários regulares
O controle de estoque perde eficiência sem inventários frequentes. A empresa passa a trabalhar no escuro, sem saber o que realmente existe no estoque.
Além disso, a falta de inventário dificulta a identificação de perdas. O empreendedor só percebe o problema quando o produto já falta na venda.
Por exemplo, ao contar o estoque com frequência, o negócio corrige erros rápido. Assim, evita surpresas e mantém a operação sob controle.
Trabalhar com registros imprecisos ou desatualizados
O controle de estoque exige registros corretos e atualizados. Quando os dados não batem com a realidade, as decisões saem erradas.
Nesse cenário, o empreendedor compra demais ou compra menos do que precisa. Isso gera dinheiro parado ou perda de vendas.
Por isso, atualizar os registros diariamente faz diferença. O controle de estoque passa a refletir a situação real do negócio.
Ignorar produtos parados, vencimento e obsolescência
Produtos parados consomem espaço e dinheiro. Mesmo sem vender, eles geram custos de armazenamento e risco de perda.
Além disso, itens vencidos ou obsoletos causam prejuízo direto. O empreendedor compra, armazena e não consegue vender.
Com o controle de estoque organizado, o negócio identifica esses produtos cedo. Assim, é possível criar promoções ou ajustar compras antes que tudo se torne prejuízo.
Não acompanhar fornecedores e prazos de reposição
O controle de estoque também depende dos fornecedores. Sem esse acompanhamento, a empresa enfrenta atrasos e falta de produtos.
Quando o empreendedor não conhece os prazos de reposição, ele compra tarde demais. O cliente sente o impacto na hora da venda.
Por isso, acompanhar fornecedores traz mais previsibilidade. O controle de estoque passa a funcionar de forma planejada e segura.
💡Conheça também: O que é ruptura de estoque e como evitar? 5 estratégias essenciais
Depender apenas de planilhas ou controles manuais
Planilhas ajudam no começo, mas têm limites claros. Elas exigem preenchimento manual e aumentam o risco de erro.
Além disso, o controle de estoque manual dificulta a atualização em tempo real. Pequenos erros se acumulam rápido.
Com o crescimento do negócio, esse modelo deixa de funcionar. O empreendedor precisa de mais controle para manter a organização.
💡Leia também: Software VS planilhas: qual o melhor?
Como fazer controle de estoque na prática: passo a passo completo
Fazer controle de estoque na prática exige método e organização.
Quando o empreendedor segue um passo a passo claro, ele vê os benefícios logo de cara: menos erros, menos perdas e mais controle sobre o negócio.
Por isso, o controle de estoque precisa começar do básico. Com processos simples e bem definidos, mesmo pequenas e microempresas conseguem organizar produtos, compras e vendas sem complicação.
Agora a gente te ensina como fazer tudo isso de maneira eficiente e aplicável na sua realidade. Vem com a gente!
Passo 1: faça o inventário inicial do estoque
O inventário inicial lista todos os produtos que a empresa possui em estoque. O empreendedor registra nome do item, quantidade e, se possível, o valor de compra de cada produto.
Esse levantamento mostra a situação real do estoque. Assim, o controle de estoque passa a trabalhar com dados corretos, não com suposições ou memória.
Depois disso, o empreendedor define uma frequência para repetir o inventário. Pequenos negócios costumam revisar o estoque semanalmente ou mensalmente, conforme o volume de vendas, de produtos e profissionais disponíveis para a realização desse serviço.
Passo 2: classifique os produtos corretamente
Depois do inventário, o controle de estoque precisa organizar os produtos de forma inteligente.
A classificação ajuda o empreendedor a entender o que vende mais, o que vende menos e o que exige mais atenção.
Com essa organização, o controle de estoque deixa de ser confuso. Ou seja, o negócio passa a priorizar os produtos certos e evita erros comuns nas compras e no armazenamento.
Classificação por tipo, giro, valor e criticidade
A classificação por tipo separa os produtos por categoria. Por exemplo, roupas, alimentos, peças, materiais de limpeza ou matérias-primas.
Na prática, essa divisão facilita a organização física e o controle do que entra e do que sai.
Já o giro mostra a velocidade de venda. Produtos de alto giro vendem rápido e precisam de reposição constante. Produtos de baixo giro ficam mais tempo parados e exigem atenção para não gerar prejuízo.
Ao longo do mês, o controle de estoque usa essa informação para planejar compras melhores.
E, por fim, o valor e a criticidade completam a análise. Produtos caros ou essenciais para o funcionamento do negócio precisam de controle mais rígido.
Curva ABC aplicada ao controle de estoque
A Curva ABC ajuda a organizar os produtos por importância financeira.
Para isso, ela divide o estoque em três grupos simples: A, B e C. Essa divisão facilita a tomada de decisão no dia a dia.
- Os produtos da classe A representam poucos itens, mas geram a maior parte do faturamento. Eles exigem atenção constante no controle de estoque;
- Os produtos da classe B ficam no meio do caminho e pedem acompanhamento regular;
- Já os produtos da classe C são muitos itens com baixo impacto no faturamento. Mesmo assim, eles precisam de controle.
Com a Curva ABC, o empreendedor foca no que realmente sustenta o negócio e evita perder dinheiro por falta de organização.
Passo 3: defina níveis mínimos e máximos de estoque
Agora que os produtos estão categorizados, o controle de estoque precisa definir limites claros.
Serão esses limites que mostrarão quando comprar e quando parar de comprar. Com isso, o empreendedor evita tanto a falta quanto o excesso de produtos.
Estoque mínimo
O estoque mínimo indica a quantidade mais baixa que um produto pode atingir. Quando o estoque chega nesse ponto, o empreendedor precisa comprar novamente.
Esse limite evita a falta de produtos na hora da venda porque o controle de estoque usa o histórico de vendas e o prazo do fornecedor para definir esse número de forma simples.
Por exemplo, se um produto vende todo dia e o fornecedor demora uma semana para entregar, o estoque mínimo precisa cobrir esse período. Assim, o negócio continua vendendo sem interrupções.
Estoque de segurança
Já o estoque de segurança funciona como uma reserva extra. E, como o próprio nome sugere, ele protege o negócio contra imprevistos, como atrasos de fornecedores ou aumento inesperado de vendas.
Por isso, esse estoque só entra em ação quando algo foge do normal para evitar prejuízos mesmo em situações fora do planejamento.
Por exemplo, em datas comemorativas ou promoções, o estoque de segurança garante que o produto não acabe antes do esperado. Dessa forma, o empreendedor mantém as vendas e a confiança do cliente.
Passo 4: estruture o fluxo de entrada e saída de produtos
O controle de estoque precisa registrar tudo o que entra e tudo o que sai. Esse fluxo mostra a movimentação real dos produtos e deixa claro tudo o que está acontecendo no seu estoque.
Fazer e executar essa estrutura permite entender para onde os produtos vão e por que o estoque muda. Assim, o controle de estoque fica claro e confiável.
Para facilitar, o fluxo precisa considerar três situações básicas:
- Compras: registre toda entrada de produto no momento do recebimento. Confira quantidade, tipo e condição do item antes de lançar no estoque;
- Vendas: dê baixa no estoque sempre que a venda acontecer. Esse cuidado mantém os números corretos e evita vender produto que não existe;
- Devoluções e perdas: registre produtos devolvidos, danificados, vencidos ou perdidos. Esse controle evita diferenças entre o estoque físico e o estoque registrado.
Passo 5: acompanhe os principais indicadores de estoque
Para finalizar, é sempre bom lembrar: o controle de estoque não termina no registro de produtos.
O empreendedor precisa acompanhar alguns números simples para entender se o estoque funciona bem.
Esses indicadores irão mostrar problemas antes mesmo do prejuízo aparecer. Com esse acompanhamento, o controle de estoque ajuda na tomada de decisão do dia a dia.
Giro de estoque
O giro de estoque mostra a velocidade com que os produtos vendem. Ele indica quanto tempo um item fica parado antes da venda.
Quando o giro é alto, o produto vende rápido. Isso significa menos dinheiro parado e mais entrada de caixa para o negócio.
Quando o giro é baixo, o produto demora a vender. O controle de estoque ajuda o empreendedor a criar promoções, reduzir compras ou trocar fornecedores para evitar prejuízo.
Cobertura de estoque
Já a cobertura de estoque mostra por quanto tempo o estoque atual consegue atender as vendas. Ou seja, ela indica quantos dias ou semanas o produto dura sem reposição.
Esse indicador ajuda o empreendedor a planejar compras com calma, diminui as compras por impulso e também o risco de falta de produto.
Assim, com a cobertura de estoque bem definida, o negócio compra no momento certo.
Custo de armazenagem
O custo de armazenagem representa tudo o que a empresa gasta para manter produtos guardados. Ele inclui espaço, energia, perdas e tempo de trabalho.
Quando o empreendedor ignora esse custo, o lucro diminui sem aviso. Afinal, para um bom controle de estoque, é preciso entender quando o excesso de produtos começa a gerar prejuízo.
Ao acompanhar esse indicador, o negócio consegue ajustar as compras e libera espaço.
Métodos de controle de estoque mais utilizados
Existem diferentes métodos de controle de estoque, e cada um atende melhor a um tipo de negócio.
E é papel do empreendedor conhecer cada uma dessas opções para escolher a forma mais simples e eficiente para a sua realidade.
Não existe um método certo ou errado. Existe o que funciona melhor.
E isso acontece quando o negócio aplica o modelo que combina com seus produtos, seu volume de vendas e sua rotina.
Conheça com a gente os principais métodos de controle de estoque!
💡Leia também: Tipos de controle de estoque: descubra o melhor para o seu negócio
PEPS (Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair – FIFO)
No método PEPS, que significa Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair, o primeiro produto que entra no estoque sai primeiro na venda.
Nesse sentido, o controle de estoque acompanha a ordem de entrada e respeita essa sequência na venda.
Na prática, esse modelo evita que itens fiquem esquecidos no estoque. Por isso, ele funciona muito bem para produtos com prazo de validade ou risco de estragar.
Imagine um mercado pequeno. Os produtos que chegaram antes precisam ir para a frente da prateleira. Assim, o controle de estoque reduz desperdícios com produtos fora da validade e prejuízos financeiros.
UEPS (Último a Entrar, Primeiro a Sair – LIFO)
Já no UEPS, sigla para Último a Entrar, Primeiro a Sair, o último produto que entra no estoque sai primeiro. Aqui, o controle de estoque considera que os itens mais novos vendem antes.
Esse modelo aparece mais em negócios que não lidam com produtos perecíveis. Assim, ele ajuda quando os preços variam muito ao longo do tempo.
Por exemplo, uma loja de materiais de construção vende primeiro o lote mais recente, que custou mais caro. Dessa forma, o controle de estoque acompanha melhor os preços atuais.
Custo médio
O método de custo médio calcula um valor médio para os produtos em estoque. Para isso, ele soma os custos das compras e divide pela quantidade de itens.
Esse controle de estoque tende a simplificar a gestão financeira porque o empreendedor trabalha com um preço médio e evita confusão com valores diferentes.
Nesse caso, se uma loja compra o mesmo produto por preços variados ao longo do mês, o custo médio mostra um valor único. Assim, o controle de estoque fica mais fácil de entender.
Just in Time
O Just in Time trabalha com o mínimo de estoque possível. O negócio compra apenas o necessário para atender a demanda.
Esse método reduz gastos com armazenamento. Ele exige organização e fornecedores confiáveis.
Pense em uma empresa que produz sob encomenda. Ela compra matéria-prima conforme os pedidos chegam. Nesse caso, o controle de estoque evita excesso e desperdício.
Curva ABC
Já a Curva ABC ajuda o empreendedor a enxergar o que realmente importa no estoque. Ela separa os produtos por importância financeira.
Poucos itens costumam gerar a maior parte do faturamento. O controle de estoque usa essa informação para definir prioridades.
Por exemplo, uma loja descobre que alguns produtos sustentam o negócio. Com a Curva ABC, o empreendedor foca nesses itens e organiza melhor as compras.
Controle de estoque e Reforma Tributária: o que muda na prática
A Reforma Tributária mudou a forma como as empresas lidam com impostos. Com isso, o controle de estoque ganhou um papel muito mais importante no dia a dia do negócio.
Agora, erros no estoque afetam diretamente o caixa. Quando o empreendedor não controla bem os produtos, ele corre o risco de pagar mais imposto, perder crédito tributário e reduzir a margem de lucro.
Vem entender com a gente como isso vai funcionar!
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Por que o estoque deixa de ser apenas um tema operacional?
Durante muito tempo, o empreendedor usou o controle de estoque só para organizar produtos. Ele queria saber o que tinha para vender e quando precisava comprar novamente.
Agora, o estoque também entra nos cálculos de impostos. A Reforma Tributária usa dados dos produtos para definir tributos e créditos, o que torna o controle de estoque parte da estratégia do negócio.
Por exemplo, quando a empresa cadastra um produto de forma errada, ela pode pagar imposto a mais. Com o estoque bem controlado, o empreendedor protege o caixa e evita prejuízos silenciosos.
Estoque e o aproveitamento de créditos tributários
A Reforma Tributária permite que a empresa recupere parte dos impostos pagos nas compras. Esses valores viram créditos tributários, mas só aparecem quando os dados estão corretos.
Para isso, o controle de estoque precisa registrar bem cada compra. O empreendedor precisa saber o que comprou, quanto pagou e como classificou o produto.
Imagine uma empresa que compra mercadorias, mas não organiza o estoque. Ela perde créditos e paga imposto desnecessário. Com o controle de estoque em dia, o negócio aproveita esses créditos e melhora o resultado financeiro.
Erros comuns no controle de estoque durante a transição da Reforma Tributária
Durante a transição da Reforma Tributária, pequenos erros no controle de estoque geram grandes prejuízos.
E, ainda assim, muitos empresários continuam usando práticas antigas sem perceber o impacto nos impostos.
Nesse cenário, o estoque mal controlado afeta preço, margem e caixa. E entender esses erros ajuda o empreendedor a se antecipar e evitar problemas.
Vem com a gente!
💡Leia também: Transição até 2033: o que o contador precisa ajustar em cada fase
Estoque desorganizado e mal classificado
Quando o estoque não segue uma organização clara, o muito fácil perder a visão do negócio. Afinal, é difícil não saber exatamente o que tem, quanto vale e como cada produto impacta o imposto.
Na Reforma Tributária, essa desorganização afeta diretamente os cálculos fiscais. Produtos mal classificados podem gerar impostos errados e impedir o uso correto de créditos tributários.
Por exemplo, ao cadastrar produtos diferentes como se fossem iguais, a empresa paga imposto a mais. Com o controle de estoque organizado, o negócio evita esse erro e protege o dinheiro.
Custos incorretos no cadastro de produtos
O cadastro de produtos precisa mostrar o custo real de cada item. Quando o empreendedor registra valores errados, o controle de estoque deixa de refletir a realidade do negócio.
Na Reforma Tributária, esse erro pesa ainda mais. O custo influencia preço, margem e cálculo de impostos. Assim, um valor errado pode fazer a empresa pagar imposto a mais ou achar que tem lucro quando não tem.
Pense com a gente: ao cadastrar um produto mais barato do que realmente custa, o negócio vende com prejuízo sem perceber. Com custos corretos no controle de estoque, o empreendedor toma decisões mais seguras e protege o caixa.
Falta de integração entre estoque, fiscal e financeiro
O controle de estoque precisa conversar com o financeiro e com o fiscal. Quando cada área usa dados diferentes, o negócio perde controle.
Sem integração, o empreendedor vê números que não batem. O estoque mostra uma quantidade, o financeiro mostra outro valor e o fiscal calcula imposto errado.
Durante a Reforma Tributária, essa falha gera prejuízos silenciosos. Com sistemas integrados, os dados ficam alinhados e o controle de estoque funciona de forma segura.
Como a tecnologia facilita o controle de estoque
À medida que o negócio cresce, o controle de estoque fica mais complexo.
E é nesse momento que a tecnologia surge como apoio para organizar dados, reduzir erros e ganhar tempo no dia a dia.
Com ferramentas adequadas, o empreendedor acompanha o estoque com mais segurança. A empresa passa a tomar decisões melhores, com base em informações claras e atualizadas.
Limitações das planilhas no controle de estoque
As planilhas ajudam no início do negócio. Elas parecem simples e fáceis de usar, mas apresentam limites claros com o tempo.
O controle de estoque em planilhas depende de preenchimento manual. Esse processo aumenta o risco de erro, esquecimento e informações desatualizadas.
Além disso, as planilhas não mostram dados em tempo real. Quando o empreendedor percebe o problema, o prejuízo já aconteceu.
O que um sistema de gestão precisa ter para controlar o estoque
Um bom sistema de gestão organiza o controle de estoque de forma automática. Ele registra entradas e saídas sem depender de lançamentos manuais.
Esse sistema também mostra relatórios simples e claros. O empreendedor entende o que vende mais, o que fica parado e quando precisa comprar novamente.
Além disso, a ferramenta precisa ser fácil de usar. Quando o sistema é simples, toda a equipe aprende rápido e evita erros no dia a dia.
Controle de estoque integrado a um ERP
Um ERP, também conhecido como sistema de gestão de negócios, integra estoque, vendas e financeiro em um só lugar. Com isso, o controle de estoque conversa com todas as áreas do negócio.
Essa integração evita informações diferentes em cada setor. Ou seja, o empreendedor vê números confiáveis e toma decisões com mais segurança.
Por isso, na prática, um ERP, como o GestãoClick, facilita a rotina. O negócio ganha organização, reduz falhas e mantém o controle de estoque sempre atualizado.
💡Saiba mais: Como um sistema de controle de estoque evita a perda de vendas por falta de produtos
💡Como o controle de estoque do GestãoClick reduz desperdícios e aumenta seus lucros
Boas práticas para manter o controle de estoque eficiente no dia a dia
Como vimos, manter o controle de estoque eficiente exige atenção contínua. Não basta organizar uma vez e esquecer depois.
Com boas práticas no dia a dia, o empreendedor evita erros, reduz perdas e mantém o negócio funcionando de forma mais organizada e previsível.
Para ajudar você, separamos as dicas mais eficientes para que você não perca de vista o que acontece dentro do seu estoque.
Organização física do estoque
A organização física facilita o controle de estoque. Quando cada produto tem lugar definido, a equipe encontra tudo com rapidez.
Nesse sentido, prateleiras identificadas ajudam a evitar confusão porque o empreendedor visualiza melhor o que está disponível e o que precisa de reposição.
Além disso, um estoque organizado reduz perdas. Afinal, produtos não se misturam, não se perdem e não vencem com facilidade.
Rotinas de conferência e inventário
O controle de estoque funciona melhor com rotina. Até porque as conferências frequentes mostram se os números batem com a realidade.
Essas verificações ajudam a identificar erros cedo. O empreendedor corrige falhas antes que virem prejuízo.
Com inventários regulares, o negócio ganha segurança. O controle de estoque passa a refletir o dia a dia da empresa.
Treinamento da equipe
A equipe participa diretamente do controle de estoque. Então nada mais eficiente do que os colaboradores entenderem o processo. Assim, eles cometem menos erros.
Para isso, treinamentos simples explicam o que fazer e o que evitar. Todos passam a seguir o mesmo padrão.
Com a equipe alinhada, o controle de estoque fica mais confiável.
Revisão periódica de dados e relatórios
Por fim, os dados do estoque precisam de revisão constante. É com os relatórios que você identifica as tendências, os problemas e as oportunidades.
Ao analisar essas informações, o empreendedor consegue prever compras e vendas, além de facilitar a tomada de decisões melhores.
Com revisões periódicas, o negócio se antecipa. O controle de estoque deixa de ser reação e vira planejamento.
💡Conheça também: Relatórios GestãoClick: tudo sobre vendas, estoque e financeiro em poucos cliques
Conclusão: controle de estoque é estratégia, não burocracia
Ao longo deste artigo, ficou claro que o controle de estoque vai muito além de organizar produtos.
Ele protege o caixa, evita perdas, melhora a precificação e apoia decisões mais seguras no dia a dia do negócio.
Quando o empreendedor aplica um controle de estoque bem estruturado, ele consegue:
- saber exatamente o que entra e o que sai;
- evitar produtos parados, vencidos ou esquecidos;
- planejar compras com mais calma;
- reduzir erros que afetam lucro e imposto.
Além disso, com a Reforma Tributária, o estoque ganhou ainda mais importância. Dados corretos passaram a influenciar diretamente impostos, créditos tributários e margem de lucro.
Ou seja, erros pequenos agora geram prejuízos reais.
Para facilitar tudo isso na prática, a tecnologia se torna uma aliada. Com um sistema que automatiza entradas e saídas, organiza cadastros, gera relatórios e integra estoque, vendas e financeiro, o controle deixa de ser pesado e passa a trabalhar a favor do negócio.
Agora chegou a sua hora de simplificar o seu controle de estoque e ganhar mais segurança na gestão.
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E, para conhecer ainda mais sobre essa ferramenta do GestãoClick, leia o nosso artigo: 5 funcionalidades GestãoClick que vão otimizar sua Gestão de Estoque!


